Ilusão, sonho ou arrependimento? Talvez nenhum... Talvez todos... Talvez fosse o que ela acreditava. As pelúcias apenas observavam. Talvez acreditassem que poderiam mudar o mundo, mas não poderiam, nunca, mudar a cabeça dela. Era fato. Sem argumentos.
Sua cabeça latejava com problemas e soluções, descrenças e fatos, crenças e provas. Milagres? Não achava que acreditava mais neles. Mas talvez existissem. Perguntas... Pontos de interrogações que não calavam. Sentia-se só. Sentia-se jogada a segundo plano, como tantas e tantas vezes. Sentia-se entediada com a vida, ao mesmo tempo que começava a sentir-se bem vivendo-a. Sentia-se, como tantas vezes acontecera, fora de sua realidade, longe de casa e em um lugar esquisito, que talvez fosse seu próprio quarto. Mas era irreconhecível.
Sentimentalismo? Romantismo? Estavam longe de sua realidade, agora. Antigamente fora... Hoje já não era mais. Sonhos? Ilusões? Planos para um futuro? Nada disso fazia parte de sua vida. Apenas seguia como um barco segue seu rumo... Segundo a correnteza. Seguia como um barco a velas guia-se pelo vento.
A chama apagara-se. Ficara sem oxigênio. Fora embora... Ilusão, sonho ou arrependimento? Talvez tudo... Talvez nada.
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